O glaucoma é uma doença ocular séria, muitas vezes chamada de “ladrão silencioso da visão”, porque pode evoluir sem sintomas perceptíveis até afetar de forma progressiva o campo visual. Trata-se de um grupo de condições que causam lesão ao nervo óptico, responsável por transmitir as imagens que vemos ao cérebro.
O mais importante é saber: o glaucoma não tem cura, mas pode ser controlado e tratado — e quanto mais cedo for diagnosticado, maiores as chances de preservar a visão.
O glaucoma é considerado uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. Isso acontece porque o dano ao nervo óptico não pode ser recuperado — apenas controlado. Quando não tratado, o campo visual vai sendo comprometido aos poucos, até afetar atividades simples do dia a dia, como dirigir, ler ou reconhecer pessoas.
Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento regular são fundamentais para preservar a visão e a qualidade de vida.
Mesmo quem não apresenta sintomas pode desenvolver glaucoma. Por isso, exames oftalmológicos regulares são indispensáveis.
A avaliação oftalmológica regular é a principal forma de detectar o glaucoma precocemente. Mesmo sem sintomas, exames de rotina permitem identificar alterações antes que a visão seja comprometida.
Se você faz parte do grupo de risco ou nunca realizou exames específicos para glaucoma, o acompanhamento com um oftalmologista é essencial.
Na maioria dos casos, o glaucoma não apresenta sintomas iniciais. A perda visual costuma começar pela visão periférica e acontece de forma lenta, o que torna os exames oftalmológicos regulares fundamentais.
Não. O glaucoma é uma doença crônica e não tem cura, mas pode ser controlado com acompanhamento médico adequado. O tratamento evita a progressão da doença e a perda da visão.
Sim. Pessoas com histórico familiar de glaucoma têm maior risco de desenvolver a doença e devem realizar exames oftalmológicos com mais frequência.
O diagnóstico envolve a medição da pressão intraocular, avaliação do nervo óptico, exames de campo visual e exames de imagem, como a tomografia de coerência óptica (OCT).
Sim. Justamente por ser uma doença silenciosa, mesmo pessoas sem sintomas devem realizar exames preventivos, especialmente a partir dos 40 anos ou se fizerem parte do grupo de risco.
Perguntas frequentes sobre Glaucoma: causas, sintomas e diagnóstico.
Sou oftalmologista especializado em Catarata e Glaucoma, graduado pela Universidade de São Paulo (USP–SP) e com Fellowship em Catarata e Glaucoma pela Universidade de Montreal, no Canadá, uma das formações mais reconhecidas internacionalmente. Conquistei a 1ª colocação nacional na Prova de Título de Especialista em Oftalmologia (2018), destacando-me entre profissionais de todo o país.
Atuo há mais de 7 anos com foco em diagnóstico avançado, cirurgia de catarata de alta precisão e manejo especializado do glaucoma. Já realizei mais de 5.000 cirurgias de catarata e mais de 1000 procedimentos em glaucoma, acompanhei milhares de pacientes ao longo da minha trajetória.
Fui professor universitário na USP, e já contribuí para a formação de novos especialistas em catarata e glaucoma em São Paulo e no Paraná e participando ativamente do desenvolvimento acadêmico da oftalmologia.
Ofereço uma prática médica moderna, precisa e baseada em evidências, sempre com atenção individualizada, tecnologia atual e compromisso absoluto com a preservação da visão e a qualidade de vida dos meus pacientes.
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Especialista em Glaucoma em Maringá
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