Glaucoma

Laser, MIGS ou técnicas cirúrgicas. Entenda o que é o glaucoma, como diagnosticar e possíveis tratamentos para preservar sua saúde ocular.
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Glaucoma: diagnóstico precoce e tratamento especializado

O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão e, muitas vezes, evolui de forma silenciosa. Em muitos casos, os sintomas do glaucoma só aparecem quando já existe comprometimento da visão periférica, o que aumenta o medo de ficar cego e a insegurança diante do diagnóstico.

Na Ikigai Oftalmologia, em Maringá (PR), o cuidado com pacientes com glaucoma é conduzido com precisão diagnóstica, acompanhamento individualizado e decisões baseadas em evidências científicas. Sob direção do Dr. Rodolpho Matsumoto (CRM 45009 | RQE 27590), especialista em glaucoma e catarata com formação pela USP e fellowship no Canadá, a clínica oferece abordagem humanizada e detalhada para suporte contínuo.

Entenda melhor
Glaucoma

O que é glaucoma e por que
pode comprometer a visão?

O glaucoma é uma doença ocular que provoca danos progressivos ao nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais ao cérebro. Em muitos pacientes, esse processo está relacionado ao aumento da pressão nos olhos.

A grande preocupação em relação ao glaucoma no olho é que a perda de visão progressiva costuma acontecer de maneira lenta e silenciosa, evoluindo para níveis mais difíceis de tratar. Inicialmente, o paciente – apesar de não perceber -, perde a  visão lateral, característica típica da perda de visão periférica. Sem tratamento adequado, o glaucoma leva a perda de visão de forma irreversível. Entre os diferentes tipos da doença estão:

Glaucoma ângulo aberto, o mais comum.
Glaucoma ângulo fechado, que pode surgir de forma súbita.
Glaucoma secundário, associado a outras doenças ou condições oculares.
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Quais são os sintomas do glaucoma?

Nos estágios iniciais, muitas pessoas não percebem alterações visuais. Por isso, os exames de rotina são fundamentais para identificar a doença precocemente. Quando surgem, os sintomas do glaucoma podem incluir:

  • redução da visão periférica;
  • sensação de pressão ocular;
  • vermelhidão;
  • dificuldade para enxergar em ambientes escuros;
  • visão embaçada;
  • dor ocular intensa.

Para reduzir riscos e identificar o problema com rapidez, pacientes com histórico familiar, diabetes, pressão alta ou idade acima dos 40 anos devem manter acompanhamento oftalmológico regular.

Glaucoma

Como funciona o diagnóstico do glaucoma?

O diagnóstico glaucoma envolve uma avaliação detalhada da saúde ocular e do nervo óptico. Na consulta o profissional avalia a pressão nos olhos, analisa a possível progressão da doença e entende o risco individual de cada paciente.

Na Ikigai Oftalmologia, o acompanhamento e tratamento para glaucoma em Maringá é feito com tecnologia de alta precisão, incluindo exames especializados e recursos como o Tonômetro Pascal, que reduz distorções na leitura da pressão ocular causadas por características da córnea.

Essa precisão e acompanhamento próximo contribuem, inclusive, com o acompanhamento e segunda opinião do glaucoma, principalmente em pacientes com dúvidas sobre os próximos passos ou após tratamentos sem resposta adequada.

Glaucoma tem reversão?
Quando o tratamento é indicado?

Uma dúvida muito comum é se glaucoma tem reversão. O tratamento para glaucoma é capaz de controlar a evolução da doença e preservar a visão restante. Contudo, atualmente, os danos já causados ao nervo óptico não podem ser revertidos.

Assim, o objetivo do tratamento é reduzir a pressão ocular e impedir a progressão do quadro. Dependendo do caso, o tratamento para pressão ocular alta pode incluir:

  • colírios específicos;
  • acompanhamento periódico;
  • laser;
  • cirurgia.

Muitos pacientes também questionam se o glaucoma precisa de cirurgia. A resposta depende do estágio da doença e da resposta ao tratamento clínico. Em casos mais avançados ou de difícil controle, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para proteger a visão a longo prazo.

Muitos pacientes também questionam se o glaucoma precisa de cirurgia. A resposta depende do estágio da doença e da resposta ao tratamento clínico. Em casos mais avançados ou de difícil controle, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para proteger a visão a longo prazo.

Esses procedimentos são cada vez menos invasivos, com técnicas de alta tecnologia para auxiliar no protocolo e acompanhamento posterior.

Confira outras informações sobre glaucoma, catarata e acompanhamento de excelência para condições oculares nos conteúdos abaixo:

Cuide da visão com Glaucoma e preserve sua autonomia

Receber o diagnóstico de glaucoma pode gerar ansiedade, insegurança e medo da perda da independência. Por isso, contar com uma equipe especializada faz diferença no devido acompanhamento e na confiança durante toda a jornada.

Na Ikigai Oftalmologia, cada paciente é acompanhado de forma individualizada, com tempo dedicado para esclarecer dúvidas, explicar a evolução da doença e definir condutas baseadas em critérios técnicos e científicos atualizados.

Por isso, se você recebeu um diagnóstico recente, possui histórico familiar ou deseja investigar sintomas relacionados ao glaucoma visão periférica, agende sua avaliação com o Dr. Rodolpho Matsumoto (CRM 45009 | RQE 27590) e conheça uma abordagem direcionada à segurança, precisão diagnóstica e cuidado humano em cada etapa.

Dúvidas frequentes (FAQ - Glaucoma)

O que leva a pessoa a ter glaucoma?

O glaucoma pode estar relacionado ao aumento da pressão intraocular, mas também envolve fatores como predisposição genética, envelhecimento, diabetes, hipertensão, uso prolongado de corticoides e alterações na circulação do nervo óptico.

Sim, pois é uma doença silenciosa que pode causar perda progressiva e irreversível da visão quando não tratada corretamente.
Quem tem glaucoma não deve interromper o tratamento por conta e precisa seguir corretamente o uso dos colírios e o acompanhamento oftalmológico.
O glaucoma é mais comum após os 40 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em jovens e crianças, dependendo do tipo da doença e dos fatores de risco.
Sim. Com diagnóstico precoce, acompanhamento regular e tratamento adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar a doença e preservar a visão.
Não. O glaucoma não é um câncer. Trata-se de uma doença ocular que danifica o nervo óptico.
A pressão ideal varia de acordo com cada paciente e o estágio da doença. O oftalmologista define uma “pressão-alvo” individual para proteger o nervo óptico e evitar a progressão. Isso porque mesmo uma pressão considerada alta, como 21 mmHg, isoladamente, pode não ser o valor de risco para desenvolver o glaucoma em um paciente.
Toda cirurgia envolve cuidados e possíveis riscos, mas as cirurgias de glaucoma são consideradas seguras quando realizadas por um especialista.
Na maioria dos casos, sim. Porém, dependendo do estágio da doença e da pressão ocular, o oftalmologista pode orientar posições específicas para dormir.
O risco existe quando o glaucoma não é tratado. No entanto, com acompanhamento adequado e controle da pressão ocular, é possível reduzir as chances de perda severa da visão.